Mais um avanço – ETE POMBO JÁ TEM INTERLIGAÇÕES DE CÓRREGOS E EROSÕES

ETE Pombo já opera em testes; após interligações prontas, receberá esgoto in natura para tratamento (FOTO: HoraH)

Marília – Três das cinco interligações de córregos e erosões para mandar esgoto à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Pombo já estão prontas. A informação é do diretor da Replan Saneamento e Obras, Reinaldo Pavarini, responsável pela execução dos serviços. “Essas interligações vão permitir que o esgoto chegue até a ETE”, explicou, lembrando se tratar de serviço “de difícil execução”, muitas vezes em rocha pura. Restam apenas 2, que são as menores e que deverão ser concluídas em 15 dias.

O empresário Reinaldo Pavarini, diretor da Replan, que já concluiu 3 das 5 interligações para a ETE Pombo: serviço difícil, mas que é imprescindível para conduzir o esgoto in natura para o tratamento (foto abaixo, de uma das etapas do trabalho) – (FOTOS: HoraH e Divulgação)

COMO É – As interligações são feitas com treliças de aço, de comprimento médio de 35 metros. As que já ficaram prontas estão no Jd. Bandeirantes, no América e Villa D’Itália; faltam ainda no Residencial Murano e na antiga Homex, tudo na Zona Oeste da cidade. Enquanto isso, a ETE Pombo opera em caráter experimental para receber mais de 200 litros de esgoto/segundo e atender quase 50 mil moradores de bairros nas zonas Oeste e Norte. Marília já construiu a ETE Barbosa, que está na fase final de instalação de equipamentos, e em breve iniciará a última delas, que será a ETE Palmital. Juntas, elas vão garantir tratamento dos esgotos até que a cidade atinja 300 mil habitantes.

Início dos testes na ETE Pombo, Zona Oeste, teve acionamento simbólico do prefeito Daniel Alonso (FOTO: Divulgação)

INVESTIMENTOS – Para fazer a chamada ‘Obra do Século’ – que deveria estar pronta há mais de 20 anos, mas foi várias vezes abandonada e retomada em gestões anteriores –, o Município está investindo cerca de R$ 88 milhões, sendo R$ 46 milhões nas ETEs Pombo e Barbosa e, na Palmital, R$ 42 milhões. Para retomar e concluir as obras, a gestão Daniel Alonso teve de recuperar verbas perdidas junto à Caixa e o Governo Federal e rever projetos, derrubando custos em mais de 50%.

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